quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Bolo da Marilise!


Hoje vamos publicar uma receita de um bolo delicioso conhecido aqui em Chapadão do Sul como o "Bolo da Marilise!" É uma receita que agrada crianças e adultos, em especial aqueles que são loucos por chocolate mas querem adaptar suas receitas com ingredientes saudáveis e integrais. Uma excelente alternativa!

Receita testada e aprovada! Faça em sua casa, você irá se surpreender!

Ingredientes: 2 xícaras de chá de açúcar mascavo; 2 colheres de sopa de margarina; 2 xícaras de chá de farinha de trigo integral; 4 colheres de sopa de cacau em pó; 1 xícara de chá de leite de soja; 1 colher de sobremesa de fermento em pó para bolo.

Preparo: Misture o açúcar e a margarina até virar um creme. Depois junte a farinha, o cacau e o leite, aos poucos e alternadamente. Por último acrescente o fermento. Coloque numa forma de anel untada e leve ao forno pré-aquecido.

Cobertura: Para a cobertura leve ao fogo 1/2 xícara de chá de leite de soja; 2 colheres de sopa de açúcar mascavo; 3 colheres de sopa de cacau e 1 colher de sopa de margarina. Quando quiser variar, utilize pó para capuccino no lugar do cacau.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Sobre o Azeite de Oliva

Já se conhece o efeito protetor ou mesmo preventivo nas doenças cardiovasculares e inflamatórias, mas pouco é conhecido sobre o papel do azeite de oliva em relação a esse efeito.

Para avaliar esse aspecto foi estudado a influência do azeite de oliva, óleo de milho e óleo de peixe adicionados na dieta habitual na produção do superóxido e óxido nítrico encontrados nos macrófagos, células brancas acionadas para defender o organismo dos processos inflamatórios. E mais: o efeito destas gorduras na liberação de ácido araquidônico e prostaglandinas, substâncias diretamente relacionada com os processos inflamatórios.

Os resultados mostraram que o azeite de oliva e o óleo de peixe aumentaram a produção do óxido nítrico (NO) e diminuíram a mobilização do ácido araquidônico e da produção das prostaglandinas, E2, Foi mostrado que somente o azeite de oliva oferece um efeito benéfico adicional pelo aumento da produção da razão NO/ O2.

Estes dados significam que o consumo habitual do azeite de oliva reduz o estresse oxidativo, que por sua vez diminui o risco de doenças cardiovasculares e de processos inflamatórios.

DICA METANÓIA: O azeite de primeira qualidade é o azeite extra virgem extraído de frutas bem maduras, obtido na primeira prensagem a frio e, portanto, conservam-se as características sensoriais e os compostos fenólicos que oferecem benefícios nutricionais. O azeite comum, normalmente encontrado em latas nos supermercados e na maioria dos restaurantes brasileiros, por sua vez, é originado da segunda extração à quente e por isso, apresenta propriedades sensoriais e nutricionais inferiores. O azeite de oliva extra virgem deverá ser utilizado preferencialmente a frio. Se o aquecimento do azeite estiver por volta de 180ºC, não há modificação química do mesmo, preservando-se assim, suas qualidades nutricionais. Acima desta temperatura, as propriedades nutricionais não são conservadas

(Com informações do site www.shirleycampos.com.br)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Castanhas, nozes e peixe para uma velhice saudável


Vamos começar a semana no Metanóia falando de um assunto importante: a boa alimentação na prevenção de doenças. Você sabia por exemplo que castanhas, nozes e peixe reduzem riscos de desenvolver Alzheimer? E que laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga aumentam riscos de uma velhice com demência? Confira a notícia abaixo, publicada originalmente pela BBC News:

Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica "Archives of Neurology".

O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, em Nova York, Estados Unidos, analisaram as dietas de 2.148 adultos em idade de se aposentar vivendo em Nova York. Durante os quatro anos de duração do estudo, 253 dos adultos do grupo desenvolveram Alzheimer. Quando os pesquisadores estudaram em detalhe as dietas de todos os participantes no estudo, perceberam um padrão. Adultos cujas dietas incluíam mais frutos oleaginosos, peixe, aves, frutas e verduras e menos laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga apresentaram muito menos chances de sofrer de demência.

Os pesquisadores acreditam que o segredo esteja nos diferentes níveis de nutrientes específicos que essa combinação de alimentos oferece.

Por exemplo, dietas ricas em ácidos graxos (como Ômega 3), vitamina E e folatos (como o ácido fólico), mas pobres em gorduras saturadas, parecem ser as melhores.

Há muito se suspeita de que nutrientes podem influenciar os riscos de demência.

Os folatos reduzem os níveis do aminoácido homocisteína (que foi associado, em estudos anteriores, ao Mal de Alzheimer) na circulação sanguínea. Da mesma maneira, a vitamina E pode oferecer proteção devido ao seu forte efeito antioxidante.

Por outro lado, ácidos graxos saturados e monoinsaturados podem aumentar os riscos de demência ao encorajar a formação de coágulos no sangue, dizem os pesquisadores.

Comentando o estudo, Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer's Research Trust, disse: "Entender a conexão entre dieta e os riscos de demência pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como o Mal de Alzheimer em algumas pessoas". "Adaptar nosso estilo de vida à medida em que ficamos mais velhos - fazendo exercícios regularmente, prestando atenção à nossa dieta e mantendo uma vida social ativa - pode reduzir os riscos de demência".

Na opinião da especialista, com 35 milhões de pessoas sofrendo de demência no mundo hoje, é importante que as pesquisas sejam direcionadas para a criação de novos tratamentos.#